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Projeto de Lei

Projeto de Lei 25/2021

08/03/2021 Nelson Dib Junior (Nelsinho)

Nasceu em Paragominas, no Pará, e veio para a Corumbá - MS, a Cidade Branca que, adotou, como sendo a sua cidade de origem. No início, era um eletricista de carros que fazia serviço, depois passou a ser taxista e atuava no Centro de Corumbá. Além do amor pela profissão, Cláudio g... Mostrar menos
Nasceu em Paragominas, no Pará, e veio para a Corumbá - MS, a Cidade Branca que, adotou, como sendo a sua cidade de origem. No início, era um eletricista de carros que fazia serviço, depois passou a ser taxista e atuava no Centro de Corumbá. Além do amor pela profissão, Cláudio guardava um sentimento profundo pelo Corinthians. E por conta do time e um dos ídolos que passou por lá, o volante Amaral (temporada de 1998 e 1999), acabou ganhando um apelido: Amaral. Não tinha nada a ver com seu nome de batismo, mas se tornou como ele ia passar a ser chamado pelo resto da vida. Um tempo depois de atuar como taxista, foi a vez de Amaral assumir uma nova missão. Candidatou-se para a presidência do Sintáxi de Corumbá, o sindicato da categoria. Foram três mandatos consecutivos. Era combativo em defesa dos profissionais. Reunia-se com diferentes autoridades para buscar o direito de melhores condições de trabalho para os taxistas e nas fiscalizações de transporte irregular, ele mesmo ia fazer foto e flagrar as ações. Uma pessoa humilde, guerreira, com a sua simplicidade ele conquistou muitas amizades boas e muitos projetos foram realizados com apoio da Prefeitura Municipal de Corumbá, em favor da Categoria, ao qual representava e defendia. Por conta disso pleiteia-se esta singela homenagem, isto é, dar a denominação de Cláudio Reis Rodrigues - Amaral ao Ponto de Táxi da Fronteira.
Protocolo: eca37a67 Parecer: Não informado Aprovado
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Tipo Projeto de Lei
Número 25/2021
Última movimentação 23/11/2021
Responsável Nelson Dib Junior (Nelsinho)

Resumo do projeto

Ementa
Nasceu em Paragominas, no Pará, e veio para a Corumbá - MS, a Cidade Branca que, adotou, como sendo a sua cidade de origem. No início, era um eletricista de carros que fazia serviço, depois passou a ser taxista e atuava no Centro de Corumbá. Além do amor pela profissão, Cláudio guardava um sentimento profundo pelo Corinthians. E por conta do time e um dos ídolos que passou por lá, o volante Amaral (temporada de 1998 e 1999), acabou ganhando um apelido: Amaral. Não tinha nada a ver com seu nome de batismo, mas se tornou como ele ia passar a ser chamado pelo resto da vida. Um tempo depois de atuar como taxista, foi a vez de Amaral assumir uma nova missão. Candidatou-se para a presidência do Sintáxi de Corumbá, o sindicato da categoria. Foram três mandatos consecutivos. Era combativo em defesa dos profissionais. Reunia-se com diferentes autoridades para buscar o direito de melhores condiçõe... Ver menos
Nasceu em Paragominas, no Pará, e veio para a Corumbá - MS, a Cidade Branca que, adotou, como sendo a sua cidade de origem. No início, era um eletricista de carros que fazia serviço, depois passou a ser taxista e atuava no Centro de Corumbá. Além do amor pela profissão, Cláudio guardava um sentimento profundo pelo Corinthians. E por conta do time e um dos ídolos que passou por lá, o volante Amaral (temporada de 1998 e 1999), acabou ganhando um apelido: Amaral. Não tinha nada a ver com seu nome de batismo, mas se tornou como ele ia passar a ser chamado pelo resto da vida. Um tempo depois de atuar como taxista, foi a vez de Amaral assumir uma nova missão. Candidatou-se para a presidência do Sintáxi de Corumbá, o sindicato da categoria. Foram três mandatos consecutivos. Era combativo em defesa dos profissionais. Reunia-se com diferentes autoridades para buscar o direito de melhores condições de trabalho para os taxistas e nas fiscalizações de transporte irregular, ele mesmo ia fazer foto e flagrar as ações. Uma pessoa humilde, guerreira, com a sua simplicidade ele conquistou muitas amizades boas e muitos projetos foram realizados com apoio da Prefeitura Municipal de Corumbá, em favor da Categoria, ao qual representava e defendia. Por conta disso pleiteia-se esta singela homenagem, isto é, dar a denominação de Cláudio Reis Rodrigues - Amaral ao Ponto de Táxi da Fronteira.
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